Oi, gente! Sei que ando sumida, mas a vida anda corrida (rima rica é isso aí! rs) e vamo que vamo.
Seguinte, hoje recebi uma reclamação da minha amiga-irmã-amada Dani Torres. Ela, que nunca teve papas na língua, está grávida e fala tudo que vem à cabeça. Tá impossível! E me deu uma bronca porque eu nunca mais escrevi no blog. Eu disse que andava meio sem assunto... Sabe como é, fiz 30 anos, nada mudou...
Maaaas, percebi o que Dani tchuca de mi vida queria. Ela queria um post-homenagem, pessoal! Porque hoje é o Dia Internacional do Amigo.
Então, este post vai para a Dani e para todos os meus melhores amigos que, como ela, me fazem sentir especial todos os dias.
Eu sempre ouvi dizer que os amigos de verdade a gente conta nos dedos de uma única mão, mas comigo não foi assim. Eu tive a sorte de encontrar pessoas maravilhosas no meu caminho desde pequerrucha (a Kaka, minha amiga mais antiga, eu conheço há 25 anos), e que continuam no meu caminho até hoje.
- Tem a turma do Rosário, que me conhece do avesso e que nunca, nunquinha me deixou na mão. São os irmãos que eu escolhi, os que sei que nunca vão me abandonar, mesmo quando eu estiver velhinha, carcomida e chata pra diabo.
- Tem as queridas da PUC, que chegaram mais tarde, mas ganharam igual espaço no meu coração. E que seguraram altas barras do meu lado e que fizeram cada segundinho da faculdade e do que veio depois valer a pena.
- Tem as tchucas da Abril, as que me deram mais força quando meu coração estava em frangalhos com a saudade do Dan, que me ouviram chorar quase todos os dias, e que me ajudaram a rir nos piores momentos (na maior parte do tempo elas riam é de mim - fazem isso até hoje - mas eu não ligo. É bom fazer os amigos rir! rsrs).
- Tem as japinhas da Globo (a Dé é loira, mas tem alma japa), que estão do meu lado todos os dias (fisicamente e também para o que der e vier!), ouvem minhas reclamações, riem das minhas piadas e fazem o meu dia a dia muito mais feliz.
- Tem os amigos distantes, os que moram do outro lado do mundo, mas dos quais me lembro todos os dias. Pode ser piegas, mas para o amor não tem distância, né? E estes, os que moram do outro lado do oceano, eu amo como se fossem família, em especial uma delas, a Rita, de quem eu lembro todos os dias da minha vida e sinto uma saudade que nem dá pra explicar.
- E tem os amigos da vida, aqueles que conheci aqui e ali, no trabalho, no clube, nas viagens, e que carrego comigo sempre, mesmo que nos vejamos pouco, que a rotina não nos deixe tempo para colocar as conversas em dia. Tenho cada um deles no pensamento e sei que, se eu precisar, basta um telefonema para que eles corram ao meu encontro. É só chamar.
Enfim, para vocês, meus amigos amados, o meu obrigada. Obrigada por me amarem todos os dias, por estarem ao meu lado sempre, por compartilharem comigo o sentimento que considero mais precioso entre os seres humanos: a amizade.
Para vocês, uma musiquinha fofa - meio batida, é verdade - que eu adoro e que tem tudo a ver com esse post-homenagem.
Amo muito cada um de vocês!
Beijos e mais beijos,
Dani.
terça-feira, 20 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Os 30
Adoro fazer aniversário e fico ansiosa para receber os parabéns e os abraços (adoro ganhar abraço!) dos amigos queridos. Mas ontem à noite me bateu um friozinho na barriga diferente. Certeza que foi por causa dos 30 anos. Eu sei que isso é uma besteira, que nada muda efetivamente, blá blá blá. Mas fiquei com medinho, ué! E daí? Me apressei mesmo para dormir antes da meia-noite. Vai que dá um revertério e eu me transformo em sei lá o quê? Melhor aproveitar o sono dos justos.
Mas hoje de manhã acordei e vi que nada mudou. Tá bom, tá bom, eu corri para me olhar no espelho logo que levantei. Só uma espiadinha, pra confirmar que estava tudo em seu devido lugar. Ufa! Sem novidades. Depois, dei uma geral no corpitcho antes de entrar no banho e sabe o quê? Ainda tá tudo em cima, viu? Ganhei uns quilinhos nos últimos meses, mas no geral até que estou ok. Vi de novo os meus fios brancos (sei que reclamar deles está ficando repetitivo, mas continuo sem coragem de usar tinta...) e até fiquei aliviada. Aparentemente, eles são os únicos sinais visíveis de que saí dos 20 e poucos. Até as espinhas continuam dando as caras por aqui! Sinal de que ainda tenho hormônios adolescentes. Ou não... rs
Ou seja, no fim das contas, nada mudou realmente de ontem pra hoje. Acho que a mudança de verdade começa agora. Segundo a Vera Ligia, que trabalha comigo aqui na redação, “os 30 até os 40 são os melhores anos da vida de qualquer mulher. A carreira deslancha, os filhos chegam, o sexo fica muito melhor e estamos muito mais maduras para não sofrer por qualquer coisa, como nos 20 e poucos anos”. Então, se é assim, bora comemorar, né? Parabéns para mim, nessa data querida. 30 anos... a vida passa mesmo voando.
Mas hoje de manhã acordei e vi que nada mudou. Tá bom, tá bom, eu corri para me olhar no espelho logo que levantei. Só uma espiadinha, pra confirmar que estava tudo em seu devido lugar. Ufa! Sem novidades. Depois, dei uma geral no corpitcho antes de entrar no banho e sabe o quê? Ainda tá tudo em cima, viu? Ganhei uns quilinhos nos últimos meses, mas no geral até que estou ok. Vi de novo os meus fios brancos (sei que reclamar deles está ficando repetitivo, mas continuo sem coragem de usar tinta...) e até fiquei aliviada. Aparentemente, eles são os únicos sinais visíveis de que saí dos 20 e poucos. Até as espinhas continuam dando as caras por aqui! Sinal de que ainda tenho hormônios adolescentes. Ou não... rs
Ou seja, no fim das contas, nada mudou realmente de ontem pra hoje. Acho que a mudança de verdade começa agora. Segundo a Vera Ligia, que trabalha comigo aqui na redação, “os 30 até os 40 são os melhores anos da vida de qualquer mulher. A carreira deslancha, os filhos chegam, o sexo fica muito melhor e estamos muito mais maduras para não sofrer por qualquer coisa, como nos 20 e poucos anos”. Então, se é assim, bora comemorar, né? Parabéns para mim, nessa data querida. 30 anos... a vida passa mesmo voando.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
As minhas copas
Ontem estava lendo um dos meus blogs favoritos, o Mulher 7x7, e me deparei com um texto delicioso da Martha Mendonça, intitulado “As copas da minha vida”. Achei bacana a ideia de entrelaçar a história das copas com a história pessoal dela e comecei relembrar as minhas copas. Foram 7 até agora. Esta é a oitava.
Em 1982 eu tinha apenas 2 anos, ou seja, não me lembro de nada.
Na de 86 já tinha 6, mas a única coisa de que me lembro é que meu primo casou em dia de jogo da seleção e meu pai e meu irmão, na época com 14 anos, ficaram fulos da vida, porque meus pais eram padrinhos, eu era daminha, e a gente não podia se atrasar.
Em 90 eu já era maiorzinha, mas sabe que não tenho grandes recordações? Nem lembro da escalação, pra falar a verdade. Vergonha, né?
Na de 94 eu estava na oitava série, jogava futebol no time da escola e o Palmeiras estava super em alta com aquele timaço da Parmalat. Ou seja, eu estava ligadíssima na copa. Eu e minhas amigas do colégio queríamos ver a final com os meninos do terceiro colegial e comemorar com eles o tetra na Paulista. Mas nossos pais não acharam a ideia boa e acabamos vendo o jogo na minha casa e comemorando por lá mesmo...rs
A copa de 1998 marcou a minha vida. Nessa época eu era louca por futebol, tanto que levei o bolão da copa na faculdade de jornalismo, onde entrei porque queria ser repórter de campo. Já estava tudo definido na minha cabeça, mas a copa mudou o rumo das coisas. Aquela história da convulsão do Ronaldo, somada à apatia do time na final, os fatos desencontrados, tudo aquilo me fez perder o gosto pelo futebol e, mais ainda, desconfiar da seriedade da copa do mundo, da Fifa e da CBF. Meio radical, eu sei, mas naquela época desisti total de torcer.
Na de 2002 eu tinha voltado a acompanhar todos os jogos do Palmeiras e a torcer pelo verdão, mais para provocar meu namorado na época, que era corintiano, do que por amor ao futebol. Acho que nunca me recuperei totalmente da desilusão de 1998... Os jogos foram de madrugada, então, acho que não os assisti com amigos, essas coisas. Mas lembro que a final foi divertida, reunimos uma galera e vibramos com a penta. Todo mundo encheu a cara, foi aquela alegria.
2006 foi, com certeza, um ano determinante na minha vida pessoal e profissional. Foi nesse ano que conheci, me apaixonei e comecei a namorar com o Danilo (que graças a Deus é santista, meu segundo time do coração!) e comecei a trabalhar na Abril, que era o meu objetivo profissional na época. Entre o começo de namoro e o emprego novo, copa do mundo. E a lembrança que ficou na minha memória dessa copa foi o feriado de Corpus Christi que passei com o Dan em Penedo. Assistimos a vários jogos juntos, claro, mas não sei por que não consigo me lembrar de nenhum...rsrsrs
E ontem o Brasil estreou na copa de 2010. Assisti ao primeiro jogo da seleção casada, na sala da minha primeira casa própria (financiada em 30 anos, mas quem se importa?). Nem me decepcionei com o resultado de 2x1 contra a Coréia do Norte, porque não esperava mais que isso dessa seleçãozinha mequetrefe do Dunga. Mas quando o jogo acabou, fiquei pensando que essa copa de 2010 é a copa dos meus 30 anos. A copa em que deixo para trás o treino tático desses 29 anos e entro em campo para disputar pra valer os jogos da vida adulta. Se o Brasil vai passar para a próxima fase eu não sei. Mas a minha estreia com o pé direito no time das balzacas já está marcada para o dia 23/06. Que seja uma goleada!
Em 1982 eu tinha apenas 2 anos, ou seja, não me lembro de nada.
Na de 86 já tinha 6, mas a única coisa de que me lembro é que meu primo casou em dia de jogo da seleção e meu pai e meu irmão, na época com 14 anos, ficaram fulos da vida, porque meus pais eram padrinhos, eu era daminha, e a gente não podia se atrasar.
Em 90 eu já era maiorzinha, mas sabe que não tenho grandes recordações? Nem lembro da escalação, pra falar a verdade. Vergonha, né?
Na de 94 eu estava na oitava série, jogava futebol no time da escola e o Palmeiras estava super em alta com aquele timaço da Parmalat. Ou seja, eu estava ligadíssima na copa. Eu e minhas amigas do colégio queríamos ver a final com os meninos do terceiro colegial e comemorar com eles o tetra na Paulista. Mas nossos pais não acharam a ideia boa e acabamos vendo o jogo na minha casa e comemorando por lá mesmo...rs
A copa de 1998 marcou a minha vida. Nessa época eu era louca por futebol, tanto que levei o bolão da copa na faculdade de jornalismo, onde entrei porque queria ser repórter de campo. Já estava tudo definido na minha cabeça, mas a copa mudou o rumo das coisas. Aquela história da convulsão do Ronaldo, somada à apatia do time na final, os fatos desencontrados, tudo aquilo me fez perder o gosto pelo futebol e, mais ainda, desconfiar da seriedade da copa do mundo, da Fifa e da CBF. Meio radical, eu sei, mas naquela época desisti total de torcer.
Na de 2002 eu tinha voltado a acompanhar todos os jogos do Palmeiras e a torcer pelo verdão, mais para provocar meu namorado na época, que era corintiano, do que por amor ao futebol. Acho que nunca me recuperei totalmente da desilusão de 1998... Os jogos foram de madrugada, então, acho que não os assisti com amigos, essas coisas. Mas lembro que a final foi divertida, reunimos uma galera e vibramos com a penta. Todo mundo encheu a cara, foi aquela alegria.
2006 foi, com certeza, um ano determinante na minha vida pessoal e profissional. Foi nesse ano que conheci, me apaixonei e comecei a namorar com o Danilo (que graças a Deus é santista, meu segundo time do coração!) e comecei a trabalhar na Abril, que era o meu objetivo profissional na época. Entre o começo de namoro e o emprego novo, copa do mundo. E a lembrança que ficou na minha memória dessa copa foi o feriado de Corpus Christi que passei com o Dan em Penedo. Assistimos a vários jogos juntos, claro, mas não sei por que não consigo me lembrar de nenhum...rsrsrs
E ontem o Brasil estreou na copa de 2010. Assisti ao primeiro jogo da seleção casada, na sala da minha primeira casa própria (financiada em 30 anos, mas quem se importa?). Nem me decepcionei com o resultado de 2x1 contra a Coréia do Norte, porque não esperava mais que isso dessa seleçãozinha mequetrefe do Dunga. Mas quando o jogo acabou, fiquei pensando que essa copa de 2010 é a copa dos meus 30 anos. A copa em que deixo para trás o treino tático desses 29 anos e entro em campo para disputar pra valer os jogos da vida adulta. Se o Brasil vai passar para a próxima fase eu não sei. Mas a minha estreia com o pé direito no time das balzacas já está marcada para o dia 23/06. Que seja uma goleada!
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Mico sobre rodas
São Paulo fica uma delícia no feriado, né? Cidade vazia, sem trânsito, Ibira deserto... Então, eu e o Dan resolvemos tirar os patins do armário e nos aventurar na marquise do parque. No caminho, ficamos lembrando de quando passávamos tardes inteiras patinando na Bad Wolf e de como éramos habilidosos sobre as quatro rodinhas. Ah, tá!
Os sinais do tempo começaram a aparecer logo na hora de vestir os patins. Os meus estavam intactos, já os do Danilo, afe! Colocou uma fivela e “plac”, quebrou. Apertou outra, e “plac”, de novo! Os patins foram se desintegrando e, no fim das contas, não sobrou uma fivela pra contar história. Eu já queria desistir, achei que era um sinal de que um dos dois (ou os dois!) ia se estropiar na primeira patinada. Mas o Dan não se intimidou: tirou o cadarço do tênis e amarrou os patins do jeito que deu. Lá fomos nós...
Eu até que andei direitinho, viu? Continuo com o mesmo problema de não saber brecar, mas fora isso até que fui bem. O Dan teve mais dificuldade (além das travas quebradas, as rodinhas dele estão por um fio) mas no fim pegou o jeito e deu até uns rodopios bacanets. Andamos pra lá, pra cá, maior categoria! Quando olho, tá lá o Danilo sentado no chão, descansando. Daí a pouco aparece um casal com uma filhinha de uns 9 anos. Fui lá xeretar. Os caras queriam saber se era fácil andar de patins com a nossa idade. NOSSA IDADE? Como assim? Eles já estavam bem é perto dos 40 e foram pedir conselho pra gente? Depressão, vá?
Como se não bastasse, tinha uns caras de uns 20 e pouquinhos patinando superbem e o Dan resolveu perguntar onde poderia mandar arrumar os patins dele. A resposta? “Ah, tio, melhor comprar um novo. Esse seu não tem jeito, não, é muito velho...” A gente se olhou e nos demos conta de que o tempo realmente passou para nós dois. Apesar de acharmos que somos bastante jovens e que não aparentamos os 30 anos que estão para chegar, estamos mais velhos, sim, e as pessoas percebem isso. Mas sabe o quê? Eu acho o máximo estarmos chegando aos 30 com alma adolescente, com vontade de andar de patins no parque, de fazer palhaçada, de nos divertir com brincadeiras bestas, de tomar chocolate quente nos dias frios, como aqueles que as nossas mães faziam quando ainda éramos crianças. Estamos maduros pra encarar as buchas da vida adulta, mas conservamos o espírito jovem, quase infantil, para aproveitar o que ela tem de melhor: a diversão. As dores no corpo no dia seguinte, as fisgadas nas nossas hérnias de disco e nos meus bicos-de-papagaio são meros detalhes...rsrsrs
Ah! Prometo que na nossa próxima aventura sobre rodas vou tirar fotos e postar aqui. Ou melhor, vou fazer um video! Porque aposto que tem gente aí que não está acreditando nas nossas habilidades de patinadores profissionais. Esperem e verão!
Os sinais do tempo começaram a aparecer logo na hora de vestir os patins. Os meus estavam intactos, já os do Danilo, afe! Colocou uma fivela e “plac”, quebrou. Apertou outra, e “plac”, de novo! Os patins foram se desintegrando e, no fim das contas, não sobrou uma fivela pra contar história. Eu já queria desistir, achei que era um sinal de que um dos dois (ou os dois!) ia se estropiar na primeira patinada. Mas o Dan não se intimidou: tirou o cadarço do tênis e amarrou os patins do jeito que deu. Lá fomos nós...
Eu até que andei direitinho, viu? Continuo com o mesmo problema de não saber brecar, mas fora isso até que fui bem. O Dan teve mais dificuldade (além das travas quebradas, as rodinhas dele estão por um fio) mas no fim pegou o jeito e deu até uns rodopios bacanets. Andamos pra lá, pra cá, maior categoria! Quando olho, tá lá o Danilo sentado no chão, descansando. Daí a pouco aparece um casal com uma filhinha de uns 9 anos. Fui lá xeretar. Os caras queriam saber se era fácil andar de patins com a nossa idade. NOSSA IDADE? Como assim? Eles já estavam bem é perto dos 40 e foram pedir conselho pra gente? Depressão, vá?
Como se não bastasse, tinha uns caras de uns 20 e pouquinhos patinando superbem e o Dan resolveu perguntar onde poderia mandar arrumar os patins dele. A resposta? “Ah, tio, melhor comprar um novo. Esse seu não tem jeito, não, é muito velho...” A gente se olhou e nos demos conta de que o tempo realmente passou para nós dois. Apesar de acharmos que somos bastante jovens e que não aparentamos os 30 anos que estão para chegar, estamos mais velhos, sim, e as pessoas percebem isso. Mas sabe o quê? Eu acho o máximo estarmos chegando aos 30 com alma adolescente, com vontade de andar de patins no parque, de fazer palhaçada, de nos divertir com brincadeiras bestas, de tomar chocolate quente nos dias frios, como aqueles que as nossas mães faziam quando ainda éramos crianças. Estamos maduros pra encarar as buchas da vida adulta, mas conservamos o espírito jovem, quase infantil, para aproveitar o que ela tem de melhor: a diversão. As dores no corpo no dia seguinte, as fisgadas nas nossas hérnias de disco e nos meus bicos-de-papagaio são meros detalhes...rsrsrs
Ah! Prometo que na nossa próxima aventura sobre rodas vou tirar fotos e postar aqui. Ou melhor, vou fazer um video! Porque aposto que tem gente aí que não está acreditando nas nossas habilidades de patinadores profissionais. Esperem e verão!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
As bizarrices continuam...
Acharam que eu estava mentindo, né? Não, meus queridos, eu realmente recebo releases bizarros diariamente. Este de hoje nem precisa de comentários. É uma daquelas maravilhas que falam por si sós...rs
Beijão pra vocês e ótimo fim de semana!
Regime nunca mais!
Chegou o Alargador de Calça na Utilplast
O alargador de calça é um produto importado com exclusividade pela Utilplast.
Além de ser imprescindível após o final de semana, o churrasco em família, a festa do sobrinho ou a ceia de natal,o alargador de calça é uma ótima opção para as peças que encolhem na secadora.
Beijão pra vocês e ótimo fim de semana!
Regime nunca mais!
Chegou o Alargador de Calça na Utilplast
O alargador de calça é um produto importado com exclusividade pela Utilplast.
Além de ser imprescindível após o final de semana, o churrasco em família, a festa do sobrinho ou a ceia de natal,o alargador de calça é uma ótima opção para as peças que encolhem na secadora.
Preço: R$ 124,90 (Beeem mais barato que uma lipo, diz aí? rsrsrs)
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Balzacas na moda
Nunca fui ligada em tendências de moda. Aliás, detesto shopping e compras em geral. Sou meio muquirana, na verdade. Mas sempre tive senso de ridículo. Desde muito pequena, sempre ouvi minha mãe me dizer uma frase que ela ouviu do grande educador Paulo Freire: “Ninguém tem o direito de enfeiar o mundo”. Condordo. Então, apesar de não ser nem de longe uma mulher fashion, eu sempre tive a preocupação de me vestir de acordo com a ocasião e a idade. Só que o que antes caía superbem, hoje em dia fica meio ridículo.
Por exemplo, outro dia eu tinha uma baladinha e provei uma blusa que fez o maior sucesso nos meus tempos de faculdade, toda aberta nas costas, barriguinha de fora... um horror, né! Mesmo que eu estivesse na minha melhor forma, vamos combinar que esse visual só não parece vulgar em menininhas de 18, 19 anos. Então, resolvi fazer uma rapa no meu armário e vi que tem várias coisas lá que não ornam mais... especialmente minhas blusinhas de surf, ultrajustas e curtas.
Enfim, fiquei meio perdida, sem saber o que vestir nessa nova fase balzaca, e resolvi pedir uma consultoria completa para a produtora de moda e amiga do peito Mimi Kimura. A resposta: “Amiga, te acho uma raridade no planeta...rs Pois a grande maioria das mulheres não tem essa preocupação em mudar o jeito de se vestir depois que completam os 30 anos. Mas acho ótimo!!! A mulherada perde um pouco a noção e se veste como meninas de 15 anos ou senhoras de 50”. Viu como a minha preocupação tem fundamento?
A Mimi também achou que minhas blusinhas de surfistinha devem ser abandonadas para ontem! (Ai, que dor no coração! Eu tenho apego, gente!) Elas, roupas muito justas, que de tãaaaaao justas até marcam a linha da calcinha e blusas decotadas e curtas ao mesmo tempo. Lá se vai boa parte das minhas roupitchas... Mas tudo bem, eu aceito. Até porque as minhas calças de cintura baixa (que eu AMO!) podem continuar na ativa. Né, Mimi? “Éeeeeeeeeee, Dani. Você não precisa parar de usar as calças de cintura baixa, elas continuarão sendo muito úteis, desde que combinadas com blusas bacanas e mais compridinhas.” Eu sabia! “Mas se vc quiser apostar num modelo mais alto e discreto, lojas como a Siberian, Gregory, Cori e Luigi Bertolli possuem grandes opções de modelos e lavagens, e todas com uma cintura intermediária que cai muito bem. Os grandes magazines (Renner, C&A, Marisa, Riachuelo) têm suas linhas próprias para cada tipo de mulher. Dê uma olhada lá também.” Ouviram, meninas? Dá pra se vestir bem gastando pouco!
Agora, deixando de lado o meu estilo específico, a Mimi deu dicas para as balzacas de todas as tribos se vestirem bem e de acordo com a idade. Anotem aí!
Nessa idade, algumas mulheres já viraram mamães e precisam de algumas mudanças práticas na nova rotina. Ex: saltos mais confortaveis (ela dificilmente usará um salto agulha para ir a uma festa, pois em algum momento terá que segurar o filho no colo ou sair correndo atras dele).
Aposte sempre em sapatos de salto mais grosso, que sustente, e use todos os tipos de sapatilha. No inverno, botas de salto baixo a médio são bem-vindas.
Uma boa dica para quem não tem dó de gastar com sapatos é investir nos modelos “selo de controle” vendidos em lojas multimarcas. Eles são mais baixos, confortáveis e fofos. Não cansam e têm um design supermoderno.
Além dos modelos comfort flex (para mulheres que se preocupam muito mais com conforto do que com design, já que eles não são muito modernos). Você encontra esses modelos das marcas Piccadilly, Via Marte, Dakota.
Outra dica é investir em camisas, pois são atemporais e podem ser usadas em qualquer ocasião: almoço, passeio no shopping, jantar, reunião... Podem ser coloridas, estampadas, listradas, com lycra... Os modelos mais acinturadas deixam a mulher mais bonita e elegante. Mas existem também alguns modelos mais larguinhos (às vezes até parecem batinhas) que são descontraídos e ideais para os dias mais tranquilos. E se esfriar ou você precisar correr para um evento mais chique, acrescente um cardigan, um colete ou uma jaqueta/casaco.
Por exemplo, outro dia eu tinha uma baladinha e provei uma blusa que fez o maior sucesso nos meus tempos de faculdade, toda aberta nas costas, barriguinha de fora... um horror, né! Mesmo que eu estivesse na minha melhor forma, vamos combinar que esse visual só não parece vulgar em menininhas de 18, 19 anos. Então, resolvi fazer uma rapa no meu armário e vi que tem várias coisas lá que não ornam mais... especialmente minhas blusinhas de surf, ultrajustas e curtas.
Enfim, fiquei meio perdida, sem saber o que vestir nessa nova fase balzaca, e resolvi pedir uma consultoria completa para a produtora de moda e amiga do peito Mimi Kimura. A resposta: “Amiga, te acho uma raridade no planeta...rs Pois a grande maioria das mulheres não tem essa preocupação em mudar o jeito de se vestir depois que completam os 30 anos. Mas acho ótimo!!! A mulherada perde um pouco a noção e se veste como meninas de 15 anos ou senhoras de 50”. Viu como a minha preocupação tem fundamento?
A Mimi também achou que minhas blusinhas de surfistinha devem ser abandonadas para ontem! (Ai, que dor no coração! Eu tenho apego, gente!) Elas, roupas muito justas, que de tãaaaaao justas até marcam a linha da calcinha e blusas decotadas e curtas ao mesmo tempo. Lá se vai boa parte das minhas roupitchas... Mas tudo bem, eu aceito. Até porque as minhas calças de cintura baixa (que eu AMO!) podem continuar na ativa. Né, Mimi? “Éeeeeeeeeee, Dani. Você não precisa parar de usar as calças de cintura baixa, elas continuarão sendo muito úteis, desde que combinadas com blusas bacanas e mais compridinhas.” Eu sabia! “Mas se vc quiser apostar num modelo mais alto e discreto, lojas como a Siberian, Gregory, Cori e Luigi Bertolli possuem grandes opções de modelos e lavagens, e todas com uma cintura intermediária que cai muito bem. Os grandes magazines (Renner, C&A, Marisa, Riachuelo) têm suas linhas próprias para cada tipo de mulher. Dê uma olhada lá também.” Ouviram, meninas? Dá pra se vestir bem gastando pouco!
Agora, deixando de lado o meu estilo específico, a Mimi deu dicas para as balzacas de todas as tribos se vestirem bem e de acordo com a idade. Anotem aí!
Nessa idade, algumas mulheres já viraram mamães e precisam de algumas mudanças práticas na nova rotina. Ex: saltos mais confortaveis (ela dificilmente usará um salto agulha para ir a uma festa, pois em algum momento terá que segurar o filho no colo ou sair correndo atras dele).
Aposte sempre em sapatos de salto mais grosso, que sustente, e use todos os tipos de sapatilha. No inverno, botas de salto baixo a médio são bem-vindas.
Uma boa dica para quem não tem dó de gastar com sapatos é investir nos modelos “selo de controle” vendidos em lojas multimarcas. Eles são mais baixos, confortáveis e fofos. Não cansam e têm um design supermoderno.
Além dos modelos comfort flex (para mulheres que se preocupam muito mais com conforto do que com design, já que eles não são muito modernos). Você encontra esses modelos das marcas Piccadilly, Via Marte, Dakota.
Outra dica é investir em camisas, pois são atemporais e podem ser usadas em qualquer ocasião: almoço, passeio no shopping, jantar, reunião... Podem ser coloridas, estampadas, listradas, com lycra... Os modelos mais acinturadas deixam a mulher mais bonita e elegante. Mas existem também alguns modelos mais larguinhos (às vezes até parecem batinhas) que são descontraídos e ideais para os dias mais tranquilos. E se esfriar ou você precisar correr para um evento mais chique, acrescente um cardigan, um colete ou uma jaqueta/casaco.Abuse dos vestidos, mas fuja dos supercurtos, mesmo que você tenha um ótimo corpinho. Compre modelos soltinhos, estampados... e combine com cintos. Eles podem ser finos, para marcar a cintura, ou mais largos, para segurar o caimento e dar um charme.
Os vestidos ficam ótimos quando combinados com meia-calça. Se for básico, abuse de meias descontaídas e coloridas: listrada, azul, cinza, vinho, rendada...
E quem não tem uma legging no guarda roupa? EEEEUUUUUU!!! Mas vou comprar, Mimi, prometo! Essa é outra peça bacana, confortável e acessível. É um curinga. A dica é: use a legging com peças que cubram o bumbum. Ex: camisas longas, blusinhas com casaquinhos de linhos, vestidos, trench coat. Dependendo do modelo e da cor, você pode usá-la na academia e no trabalho. Ou seja, é uma peça multi-uso! Pode e deve ser combinada com sapatilhas, saltos de todos os tamanhos e botas.
Muitas mulheres usam aqueles conjuntinhos de moleton. Eu até gosto dos modelos, mas somente para caminhar no parque ou fazer seu exercicio na academia. Eles são praticos, mas parecem pijama e dão a impressão de que acabamos de acordar e pegamos a primeira peça que encontramos no guarda-roupa. Então, fora do parque ou da academia, nem pensar! Invista em alguma produção, mesmo que seja um jeans e uma camisetinha básica.
Aproveite essa epoca tão fria do ano para invistir num casaco bacanudo. Daqueles que pagamos com gosto e que, com certeza, vão durar por muitos invernos. Ele fará toda a diferença no seu visual.
E como produção não existe sem acessórios, valorize seu look com um colar bacana, um brinco, uma pulseira... Mas não coloque tudo junto ao mesmo tempo agora! O menos é sempre mais.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Da série releases bizarros
Ser jornalista tem lá seus perrengues mas, no geral, adoro meu trabalho. Mais ainda porque diariamente recebo uma série de releases de fazer xixi nas calças de tanto rir. As assessorias são capazes de maravilhas que só lendo para crer. E hoje resolvi dividir uma dessas pérolas com vocês. Sei que isso não tem nada a ver com o tema central do blog, mas um pouco de diversão gratuita não faz mal a ninguém, né não? Vejam só que coisa linda de se ler!
APÓS SEPARAÇÃO, DANI FRANCO COLOCA EM PRÁTICA PLANOS PARA REALIZAÇÃO DE SEUS SONHOS
Com 35 anos, três filhos e um corpo escultural, Dani Franco recomeça sua vida cheia de projetos
Primeiro de tudo, quem é Dani Franco? E por que raios EU, que edito uma revista de supermercado, recebi um release sobre a dita cuja???
Atriz, empresária e apresentadora do programa online Clube da TPM (www.clubedatpm.com), Dani Franco é uma mamãe de corpo escultural. (Ah tá, ela é atriz, apresentadora e empresária e, ainda assim, uma ilustre desconhecida. Isso sim é um talento e tanto...) Aos 35 anos, continua bela e em forma após o nascimento dos seus três filhos com o artista Moacir Franco (Moacir Franco, aquele Moacir Franco? Ai, Senhor...), João Vitor (16) e os gêmeos Domênico e Ana Helena (7).
Com muita energia e cheia de planos, a atriz revela os seus artifícios para se manter em forma. “Sempre gostei muito de esportes, desde meus 15 anos pratico exercícios físicos. Essa atitude me ajudou muito na profissão de atriz, além de fazer bem para o físico e mental”, garante Dani. (Poxa... meeeeeus parabéns!)
A atriz malha cinco vezes por semana, mesclando aulas de yoga, musculação, alongamento, squash, corrida e ainda separa um tempinho de seu dia para as aulas de salsa. Além de toda a malhação, compromissos profissionais, aulas de teatro e dança, ainda consegue ter um bom tempo para ficar com seus filhos.
Dani está vivendo uma nova fase e já começou realizando seus desejos escondidos em seus 20 anos de casada. (Opa, cutucada no ex-marido, hein? Fora que essa conta não tá batendo. A pessoa casou com 15 anos???) “Comecei fazendo uma tatuagem com as iniciais dos nomes de meus filhos e agora quero saltar de paraquedas, voar de balão, esquiar... enfim, vou acordar aquela Dani que adormeceu, sinto que é o momento de desabrochar. (É uma aventureira, praticamente a fera radical) Tenho vários planos para mim e para meus filhos”, diz a atriz.
Dani Franco está disponível para trabalhos como: editoriais, desfiles, eventos, sessões fotográficas, participações em programas de TVs e novelas; entre outros. (Se não fosse trágico seria cômico, né verdade? Eu ri a valer...)
APÓS SEPARAÇÃO, DANI FRANCO COLOCA EM PRÁTICA PLANOS PARA REALIZAÇÃO DE SEUS SONHOS
Com 35 anos, três filhos e um corpo escultural, Dani Franco recomeça sua vida cheia de projetos
Primeiro de tudo, quem é Dani Franco? E por que raios EU, que edito uma revista de supermercado, recebi um release sobre a dita cuja???
Atriz, empresária e apresentadora do programa online Clube da TPM (www.clubedatpm.com), Dani Franco é uma mamãe de corpo escultural. (Ah tá, ela é atriz, apresentadora e empresária e, ainda assim, uma ilustre desconhecida. Isso sim é um talento e tanto...) Aos 35 anos, continua bela e em forma após o nascimento dos seus três filhos com o artista Moacir Franco (Moacir Franco, aquele Moacir Franco? Ai, Senhor...), João Vitor (16) e os gêmeos Domênico e Ana Helena (7).
Com muita energia e cheia de planos, a atriz revela os seus artifícios para se manter em forma. “Sempre gostei muito de esportes, desde meus 15 anos pratico exercícios físicos. Essa atitude me ajudou muito na profissão de atriz, além de fazer bem para o físico e mental”, garante Dani. (Poxa... meeeeeus parabéns!)
A atriz malha cinco vezes por semana, mesclando aulas de yoga, musculação, alongamento, squash, corrida e ainda separa um tempinho de seu dia para as aulas de salsa. Além de toda a malhação, compromissos profissionais, aulas de teatro e dança, ainda consegue ter um bom tempo para ficar com seus filhos.
Dani está vivendo uma nova fase e já começou realizando seus desejos escondidos em seus 20 anos de casada. (Opa, cutucada no ex-marido, hein? Fora que essa conta não tá batendo. A pessoa casou com 15 anos???) “Comecei fazendo uma tatuagem com as iniciais dos nomes de meus filhos e agora quero saltar de paraquedas, voar de balão, esquiar... enfim, vou acordar aquela Dani que adormeceu, sinto que é o momento de desabrochar. (É uma aventureira, praticamente a fera radical) Tenho vários planos para mim e para meus filhos”, diz a atriz.
Dani Franco está disponível para trabalhos como: editoriais, desfiles, eventos, sessões fotográficas, participações em programas de TVs e novelas; entre outros. (Se não fosse trágico seria cômico, né verdade? Eu ri a valer...)
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