Este é um post desabafo, que este mundo de meu Deus tá virado do avesso, minha gente! Para quem fica cheio (a) de mimimi em vez de viver a vida e ser feliz. Para quem arruma pelo em ovo e briga por causa de besteira. Para quem julga os outros em vez de olhar pro próprio umbigo. Para quem acha que os outros sempre estão de sacanagem. Para quem se acha superior. Enfim, para quem perde tempo com um monte de bobagem e deixa a vida passar em branco, eu digo: acorda, nego (a)!
Pronto, falei.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Lenço no pescoço
Gente, o inverno tá aí e os lenços continuam com tudo! Sei que não é de costume eu escrever sobre moda por aqui, mas recebi um video da Vera, que trabalha comigo aqui na Globo, e PRE-CI-SA-VA dividir com vocês. Porque eu tenho a maior dificuldade de amarrar lenços, pashminas e cachecóis de jeitos diferentes (não saio do tradicional estilo europeu) e nesse video descobri vários truques bacanas.
Então, aproveitem as dicas da japinha fashion e fiquem superchiques nesse inverno. É fácil pra caramba!
Beeeeeijos,
Então, aproveitem as dicas da japinha fashion e fiquem superchiques nesse inverno. É fácil pra caramba!
Beeeeeijos,
domingo, 12 de junho de 2011
I'm on the right side
A vida não tem sido fácil, por isso ando meio sumida aqui do blog. Uma correria insana, pegando todos os frilas que posso pra evitar novos apertos, como no começo do ano. Eu nunca tinha ficado desempregada e, por isso, levei um susto daqueles. Mas o que essa conversa tem a ver com um post de dia dos namorados? Tudo.
No mês em que fiquei em casa achando que eu nunca mais arrumaria um emprego (coisa de canceriana melodramática, eu sei) eu também pensava com frequência que eu já tinha resolvido o dilema mais difícil da vida: encontrar o amor. Não qualquer amor, ou uma paixão passageira. O amor da vida, a pessoa com quem vou passar o resto dos meus dias. E isso me dava um baita alívio no peito.
Ultimamente, muitas amigas - e amigos! - têm reclamado de que está muito difícil encontrar alguém legal para namorar, que dirá um amor verdadeiro. Até pensei em fazer uma festa com meus amigos solteiros para ver se dava uma ajudinha (eu e minha mania de cupido), mas fui dissuadida da ideia porque, no fim das contas, essas coisas não são assim. É preciso estar no lugar certo, na hora certa e dar a sorte de gostar da pessoa certa, e dela gostar de você também. Além do coração acelerado e do friozinho na barriga, é preciso que os dois tenham os mesmos objetivos, que queiram as mesmas coisas dessa vida de meu Deus. E que sejam pessoas comprometidas com o relacionamento, o que, vamos combinar, sempre foi uma raridade.
É por isso que, de uns tempos pra cá, sempre que as coisas complicam, eu digo: o mais difícil eu já resolvi. No resto, dá-se um jeito!
E claro que post do dia dos namorados sem John Mayer não é post do dia dos namorados, né? Para todos os eternos namorados do mundo, aqueles que encontraram a cara-metade, uma das minhas músicas favoritas. E para você, Danilo, amor da minha vida, I don't need another kind of green to know, I'm on the right side with you.
No mês em que fiquei em casa achando que eu nunca mais arrumaria um emprego (coisa de canceriana melodramática, eu sei) eu também pensava com frequência que eu já tinha resolvido o dilema mais difícil da vida: encontrar o amor. Não qualquer amor, ou uma paixão passageira. O amor da vida, a pessoa com quem vou passar o resto dos meus dias. E isso me dava um baita alívio no peito.
Ultimamente, muitas amigas - e amigos! - têm reclamado de que está muito difícil encontrar alguém legal para namorar, que dirá um amor verdadeiro. Até pensei em fazer uma festa com meus amigos solteiros para ver se dava uma ajudinha (eu e minha mania de cupido), mas fui dissuadida da ideia porque, no fim das contas, essas coisas não são assim. É preciso estar no lugar certo, na hora certa e dar a sorte de gostar da pessoa certa, e dela gostar de você também. Além do coração acelerado e do friozinho na barriga, é preciso que os dois tenham os mesmos objetivos, que queiram as mesmas coisas dessa vida de meu Deus. E que sejam pessoas comprometidas com o relacionamento, o que, vamos combinar, sempre foi uma raridade.
É por isso que, de uns tempos pra cá, sempre que as coisas complicam, eu digo: o mais difícil eu já resolvi. No resto, dá-se um jeito!
E claro que post do dia dos namorados sem John Mayer não é post do dia dos namorados, né? Para todos os eternos namorados do mundo, aqueles que encontraram a cara-metade, uma das minhas músicas favoritas. E para você, Danilo, amor da minha vida, I don't need another kind of green to know, I'm on the right side with you.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Ela
Como pode alguém ser tão doce e tão forte ao mesmo tempo? Como pode existir em uma só pessoa tanta ternura e tanta valentia? Como, como pode???
E que sorte foi a minha de nascer e passar a vida ao lado dessa mulher! E que mulher é essa, minha gente, que supera dois linfomas com um sorriso no rosto, sem reclamar nenhum diazinho dos efeitos da quimioterapia?
Que mulher é essa que tem a coragem de mudar o rumo de tudo aos 60 anos, recomeçar do zero, quando poderia se acomodar e tocar aquela vidinha triste, como tantas outras mulheres na mesma situação?
Essa mulher é a minha mãe. É a minha lição de vida, o meu orgulho. Não sou como ela, ninguém é. Mas carrego em mim um pouquinho dela, e esse pouquinho já é muito.
Obrigada, mãe, por me ensinar que a vida é bonita, que lutar vale a pena, que sonhos se tornam realidade, e que milagres acontecem todos os dias, basta acreditar.
Feliz dia das mães!
E que sorte foi a minha de nascer e passar a vida ao lado dessa mulher! E que mulher é essa, minha gente, que supera dois linfomas com um sorriso no rosto, sem reclamar nenhum diazinho dos efeitos da quimioterapia?
Que mulher é essa que tem a coragem de mudar o rumo de tudo aos 60 anos, recomeçar do zero, quando poderia se acomodar e tocar aquela vidinha triste, como tantas outras mulheres na mesma situação?
Essa mulher é a minha mãe. É a minha lição de vida, o meu orgulho. Não sou como ela, ninguém é. Mas carrego em mim um pouquinho dela, e esse pouquinho já é muito.
Obrigada, mãe, por me ensinar que a vida é bonita, que lutar vale a pena, que sonhos se tornam realidade, e que milagres acontecem todos os dias, basta acreditar.
Feliz dia das mães!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas
Quem me conhece sabe que eu sou preocupada por natureza. Estou sempre pensando lá na frente, nos prós e contras, em todas as possibilidades boas e ruins de tudo que pode (ou não!) acontecer na minha vida. E isso, claro, não me ajuda em nada. Porque a verdade é que a preocupação não muda o rumo das coisas nem clareia a mente para decidir a melhor atitude a tomar. Mas, enfim, eu sou assim. E ultimamente tenho me preocupado muito com um monte de coisas, e uma delas são os filhos.
Quem acompanha o blog desde o comecinho sabe que eu passei por uma fase nóia de querer engravidar logo e, como as condições financeiras não me permitiam, acabei largando mão. E a verdade é que o tempo foi passando e as coisas foram mudando. Eu mudei, acho.
Tenho muitas amigas com filhos e vejo o dobrado que elas cortam para conseguir criar os pequenos, trabalhar fora e não deixar que o relacionamento com os maridos vá por água abaixo. Vejo as olheiras pelas noites mal-dormidas, o desespero quando falta a babá, ou quando aquele projeto importante não as deixa voltar para casa em tempo de buscar as crianças na escola ou vê-las antes que elas durmam.
A minha vida, por outro lado, é tão tranquila... claro que tenho vários compromissos, tenho um cachorrinho que me dá certo trabalho, mas não se compara nem de longe à rotina dessas guerreiras que se desdobram em mil para dar conta do recado. E eu tenho tantos planos que não incluem os filhos, tantas viagens que ainda não fiz, tantos momentos que ainda quero viver só com o Danilo, sem me preocupar com mais ninguém. Isso fora a sensação maravilhosa de chegar em casa cansada e me jogar no sofá, sem pensar em nada, sem ter fralda pra trocar.
Mas, ao mesmo tempo, me cobro, porque o tempo está passando e fico preocupada (olha aí!) de não conseguir fazer tudo que quero, das coisas não se encaixarem. Eu quero ser mãe, mas não ainda, não por alguns anos. Ai, sei lá. Ando muito reflexiva ultimamente, cheia de caraminholas na cabeça. Conscientemente, eu sei que nunca haverá o momento ideal, que sempre sobrarão motivos para adiar os filhos e priorizar outras coisas. Mas eu queria o momento ideal, queria ter certeza... Bom, vamos ver o que acontece, né? Por hora ficamos eu, Danilo e Hachi. Até quando? Veremos.
Quem acompanha o blog desde o comecinho sabe que eu passei por uma fase nóia de querer engravidar logo e, como as condições financeiras não me permitiam, acabei largando mão. E a verdade é que o tempo foi passando e as coisas foram mudando. Eu mudei, acho.
Tenho muitas amigas com filhos e vejo o dobrado que elas cortam para conseguir criar os pequenos, trabalhar fora e não deixar que o relacionamento com os maridos vá por água abaixo. Vejo as olheiras pelas noites mal-dormidas, o desespero quando falta a babá, ou quando aquele projeto importante não as deixa voltar para casa em tempo de buscar as crianças na escola ou vê-las antes que elas durmam.
A minha vida, por outro lado, é tão tranquila... claro que tenho vários compromissos, tenho um cachorrinho que me dá certo trabalho, mas não se compara nem de longe à rotina dessas guerreiras que se desdobram em mil para dar conta do recado. E eu tenho tantos planos que não incluem os filhos, tantas viagens que ainda não fiz, tantos momentos que ainda quero viver só com o Danilo, sem me preocupar com mais ninguém. Isso fora a sensação maravilhosa de chegar em casa cansada e me jogar no sofá, sem pensar em nada, sem ter fralda pra trocar.
Mas, ao mesmo tempo, me cobro, porque o tempo está passando e fico preocupada (olha aí!) de não conseguir fazer tudo que quero, das coisas não se encaixarem. Eu quero ser mãe, mas não ainda, não por alguns anos. Ai, sei lá. Ando muito reflexiva ultimamente, cheia de caraminholas na cabeça. Conscientemente, eu sei que nunca haverá o momento ideal, que sempre sobrarão motivos para adiar os filhos e priorizar outras coisas. Mas eu queria o momento ideal, queria ter certeza... Bom, vamos ver o que acontece, né? Por hora ficamos eu, Danilo e Hachi. Até quando? Veremos.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Uma prece
Obrigada, Senhor, por eu ter liberdade de escolha
Pelo único de motivo de eu estar casada ser o amor
Por eu não precisar aceitar o que não me faz feliz
Por eu não ser dependente de ninguém
Obrigada, Senhor, por eu ter tido oportunidade de estudar
Pelo ano em que morei fora
Obrigada por eu falar outros idiomas, por ter passaporte,
Por poder viajar quando e como eu desejar
Obrigada, Senhor, por eu não conhecer a violência doméstica
Por eu não saber o que é passar fome
Por eu não saber o que é discriminação
Obrigada, Senhor, por eu ter uma casa para morar
Pelo financiamento de 30 anos, pelo que falta reformar
E pelo que já ficou pronto, pelo meu quarto, pela sala de estar...
Obrigada, Senhor, pela minha família
Aquela onde nasci e a que formo agora
Obrigada pelos amigos que fiz e pelos meus inimigos também
Obrigada por eu não conhecer a solidão
Mas mais do que tudo, Senhor, eu vos agradeço por eu ter nascido em um país livre
Que, apesar de todos os problemas, me permite pensar
Obrigada por eu poder decidir os rumos da minha vida
Por eu não precisar me esconder sob véus
Por eu não sentir medo
Obrigada, Senhor, obrigada
E humildemente peço, Senhor, olhai pelas mulheres que não têm a minha sorte
Que elas tenham força para resistir
E que um dia possam ser livres e donas do próprio destino, como eu
E que um dia possam ser livres e donas do próprio destino, como eu
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Pérolas da sabedoria popular
Amiguinhos, feliz ano novo! Antes tarde do que nunca, ué! Afinal, quem espera sempre alcança e Deus ajuda quem cedo madruga... Ah, as pérolas da sabedoria popular. Como cresci ouvindo ditados e frases de efeito maravilhosas – e que sempre povoam meu pensamento nas mais variadas situações – resolvi dividi-las com vocês neste início de ano. Divirtam-se!
Ninguém tem o direito de enfeiar o mundo.
Dona Marcia, minha mãe, sempre elegantérrima, citando Paulo Freire
Dona Marcia, minha mãe, sempre elegantérrima, citando Paulo Freire
Não faça para os outros aquilo que você não quer para você.
Dona Marcia, fofa como sempre
Quem muito abaixa mostra a bunda.
Dona Marcia, contra a submissão!
Não importam as aparências, para o Divino Espírito Santo não há ordem de dificuldade em milagres.
Dona Marcia, contra a submissão!
Não importam as aparências, para o Divino Espírito Santo não há ordem de dificuldade em milagres.
Dona Marcia, confiante na cura do linfoma
As pessoas só dão aquilo que têm para dar.
Dona Marcia, me ensinando que as pessoas são como são
Ô Rrrrrraaça!
Vó Maria, sobre a italianada da família. Nós, no caso.
Vó Maria, sobre a italianada da família. Nós, no caso.
Lavar burro com sabonete gasta o burro e o sabonete.
Vó Maria, sobre como tem gente no mundo que simplesmente não vale a pena
Vó Maria, sobre como tem gente no mundo que simplesmente não vale a pena
Não fez mais que a obrigação.
Seu Vlade, meu pai. Preciso explicar?
Seu Vlade, meu pai. Preciso explicar?
O medo de perder tira a vontade de ganhar.
Seu Vlade, que tem toda a razão
Há malas que vêm pelo trem.
Seu Vlade, em momento trocadilho
Se fosse fácil a gente não nascia chorando.
Marcio, meu irmão, em toda e qualquer situação difícil
Eu posso falar mal da minha família, você não!
Adriana, minha irmã, sobre como devemos defender os nossos mesmo que eles estejam errados
Esse metrô de Paris parece o Bronx! São Paulo é bem melhor!
Adriana, mostrando que devemos valorizar o lugar onde moramos
Estudar é uma coisa muito ruim.
Bruno, meu sobrinho de 4 anos. Ele já sacou tudo.
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